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		<title><![CDATA[Terra - RSS - CPI Cachoeira]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - CPI Cachoeira]]></description>
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		<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - CPI Cachoeira]]></title>
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			<title><![CDATA[vc repórter: Cachoeira recusa teste do bafômetro e é detido em GO]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 14:48:36 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/vc-reporter-cachoeira-recusa-teste-do-bafometro-e-e-detido-em-go,9897c30b2115e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso em uma blitz da Lei Seca na madrugada deste domingo na BR-060, em Anápolis (GO). Ele estava embriagado e conduzia um veículo Kia Cadenza após sair de um show sertanejo às margens da rodovia, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Carlinhos Cachoeira foi flagrado por volta das 4h e se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas agentes identificaram sinais de embriaguez e o conduziram à polícia. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Carlinhos Cachoeira estava acompanhado de uma mulher e um casal dentro do veículo no momento da abordagem, que ocorreu no quilômetro 90 da rodovia. Ele não resistiu à prisão e foi encaminhado à 6ª Delegacia de Polícia (DP) de Anápolis, de onde foi liberado por volta das 6h após pagar fiança de R$ 22 mil, segundo a PRF. Cerca de 40 motoristas, incluindo Cachoeira, tiveram suas carteiras apreendidas durante a operação. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado. O internauta José Antônio, de Anápolis (GO), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/11/01/2624641-4256-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Leonardo Prado/Agência Câmara" title="Foto: Leonardo Prado/Agência Câmara"> <br>O empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso em uma blitz da Lei Seca na madrugada deste domingo na BR-060, em Anápolis (GO). Ele estava embriagado e conduzia um veículo Kia Cadenza após sair de um show sertanejo às margens da rodovia, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Carlinhos Cachoeira foi flagrado por volta das 4h e se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas agentes identificaram sinais de embriaguez e o conduziram à polícia....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/11/01/2624641-4256-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Justiça do RJ reduz pena de Waldomiro Diniz e Carlinhos Cachoeira]]></title>
			<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 01:23:41 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/justica-do-rj-reduz-pena-de-waldomiro-diniz-e-carlinhos-cachoeira,89b49833bd34e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/justica-do-rj-reduz-pena-de-waldomiro-diniz-e-carlinhos-cachoeira,89b49833bd34e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) reduziu, em votação unânime, para seis anos e oito meses de prisão as penas do ex-presidente da Loterj, Waldomiro Diniz da Silva, e do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A alegação dada é que as penas aplicadas na sentença de 1ª instância ainda não estavam em vigor na época dos fatos. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Além disso, o tribunal absolveu os dois do crime de violação do artigo 92 da Lei de Licitações (fraude). Em fevereiro de 2012, eles foram condenados pela 29ª Vara Criminal da Capital por corrupção e fraude em um edital de licitação da Loterj. A conversa entre os dois foi gravada clandestinamente por Carlinhos Cachoeira. “Não há dúvida de que o agir de Waldomiro e Carlos Augusto, que foi filmado e divulgado na mídia, causou uma grande repulsa na sociedade, não se podendo perder de vista que a destinação  das ‘doações’ beneficiaria interesses pessoais e de políticos, quando, na verdade, deveria atender a projetos sociais”, afirmou o relator do recurso, desembargador Moacir Pessoa de Araújo. Ele rejeitou a alegação da defesa de Cachoeira de que a prova foi ilícita.  “O mais engraçado é que foi ele que fez a gravação”, comentou o desembargador durante o julgamento. O desembargador lembrou que a gravação ou a interceptação de conversa telefônica para servirem como prova em investigação criminal dependem, ambas, de ordem do juiz, sob segredo de justiça, e, mesmo assim, quando houver indícios de autoria ou da  participação em infração penal. “Pode haver, porém, gravação de conversação telefônica ou até mesmo gravação ambiental, tal como ocorreu nos autos, por parte de um dos interlocutores, sem que a medida possa se constituir em quebra de sigilo das comunicações telefônicas ou de quebra da conversação ambiental, protegido pela Carta Magna. É o caso da gravação feita por um dos interlocutores ou por sua ordem que venha sofrendo investida criminal de outrem”, afirmou o desembargador. Para ele, Cachoeira fez a gravação porque “Waldomiro estava extorquindo demais”. “É evidente que Carlos Augusto, o Cachoeira, fez esta gravação porque já sabia que eles vinham durante a execução deste contrato - é o que sobressai do processo - em constante corrupção, um dando vantagem indevida para o outro. Tanto é que ele guardou esta gravação por dois anos para depois levá-la a público”, afirmou o relator. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), em fevereiro de 2002, no escritório do Consórcio Combralog, no Rio de Janeiro, o ex-presidente da Loterj pediu vantagens indevidas a Cachoeira, que prometeu o pagamento para que o edital da licitação fosse modificado em favor da empresa Hebara Distribuidora de Produtos Lotéricos S/A. Waldormiro também solicitou 1% do valor total do contrato celebrado entre a Combralog e a Loterj. A conversa foi gravada, clandestinamente, pelo contraventor, que depois a divulgou à imprensa. A partir disso, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi instaurada para avaliar o caso.  Waldomiro Diniz foi condenado em primeira instância a 12 anos de reclusão, três anos de detenção, 240 salários mínimos de multa e outros R$ 170 mil, em benefício da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.  Cachoeira foi condenado a oito anos de reclusão, dois anos e seis meses de detenção, pagamento de 160 salários mínimos e mais R$ 85 mil de multa, também para a Secretaria de Saúde, por conta da fraude na licitação.  Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) reduziu, em votação unânime, para seis anos e oito meses de prisão as penas do ex-presidente da Loterj, Waldomiro Diniz da Silva, e do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A alegação dada é que as penas aplicadas na sentença de 1ª instância ainda não estavam em vigor na época dos fatos....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Afastamento de Demóstenes do MP de Goiás é mantido por conselho]]></title>
			<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 20:28:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/afastamento-de-demostenes-do-mp-de-goias-e-mantido-por-conselho,79c6bed54bd3e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/afastamento-de-demostenes-do-mp-de-goias-e-mantido-por-conselho,79c6bed54bd3e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) decidiu manter o afastamento do procurador de Justiça do Ministério Público (MP) de Goiás e ex-senador Demóstenes Torres. Ele está sendo investigado por supostas ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. A prorrogação do afastamento, por mais 60 dias, já havia sido tomada, em decisão individual, pela conselheira Claudia Chagas, relatora do processo administrativo disciplinar que investiga Demóstenes. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Por 7 votos a 5, o plenário também garantiu a Demóstenes Torres vitaliciedade no cargo, embora tenha aderido a regimento anterior ao da Constituição, de 1988, que prevê que os membros do Ministério Público são vitalícios no cargo. A defesa pediu que ele fosse enquadrado ao regulamento em vigor. De acordo com o conselho, o plenário entendeu “que a vitaliciedade é garantia da sociedade brasileira, e não prerrogativa do membro individual do Ministério Público. Segundo o entendimento do plenário, a vitaliciedade possibilita o exercício da atividade do membro do Ministério Público”. O procurador-geral da República e presidente do CNMP, Roberto Gurgel, disse, no entanto, que a vitaliciedade "não significa uma blindagem" e não impede que Demóstenes Torres seja demitido ao final da investigação, caso seja responsabilizado. O regimento do MP prevê o afastamento por 60 dias, em casos de processo administrativo disciplinar, prorrogável uma vez pelo mesmo período. No final de maio, vão completar 190 dias que Demóstenes Torres está afastado do cargo. O conselho, entretando, decidiu prorrogar o afastamento excepcionalmente. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/07/11/2426954-8191-rec.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil" title="Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil"> <br>O Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) decidiu manter o afastamento do procurador de Justiça do Ministério Público (MP) de Goiás e ex-senador Demóstenes Torres. Ele está sendo investigado por supostas ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. A prorrogação do afastamento, por mais 60 dias, já havia sido tomada, em decisão individual, pela conselheira Claudia Chagas, relatora do processo administrativo disciplinar que investiga Demóstenes....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/07/11/2426954-8191-rec.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conselho de Ética abre processo contra tucano por elo com Cachoeira]]></title>
			<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 20:46:23 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/conselho-de-etica-abre-processo-contra-tucano-por-elo-com-cachoeira,1ff4b2d4bb91e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/conselho-de-etica-abre-processo-contra-tucano-por-elo-com-cachoeira,1ff4b2d4bb91e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaurou nesta quarta-feira processo contra o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), por conta de seu envolvimento com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.  CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País O tucano foi flagrado em conversas com o bicheiro, por telefone, e é suspeito de favorecer Cachoeira em licitações do governo de Goiás, sob o comando de Marconi Perilo (PSDB).  De acordo com investigações da Polícia Federal, o parlamentar teria recebido dinheiro da organização de Cachoeira. Além disso, teria alertado o contraventor sobre uma operação policial e usado o cartão dele para fazer compras.  Segundo a PF, Leréia e Cachoeira conversaram por telefone pelo menos 72 vezes entre março e julho de 2011. O nome do deputado é citado em outros 26 telefonemas entre o contraventor e supostos membros da organização criminosa. Uma lista com três parlamentares, de onde sairá o relator do processo, foi apresentada, e a análise do caso deve ser comandada por Ronaldo Benedet (PMDB-SC), ou Missionário José Olímpio (PP-SP) ou Júlio Delgado (PSB-MG).  O relator poderá iniciar imediatamente a investigação, sem necessidade de relatório preliminar. Outros processos também são instaurados Além do tucano, o conselho instaurou processo também contra outros dois deputados nesta quarta-feira. Devanir Ribeiro (PT-SP) foi acusado pelo DEM de quebra de decoro parlamentar. Ele é acusado de ter se dirigido de maneira imprópria e desrespeitosa ao deputado Ônix Lorenzoni (DEM-RS).Os possíveis relatores do caso são: Cesar Colnago (PSDB-ES), Marco Rogério (PDT-RO) e Izalci (PSDB-DF).  Outro petista, o deputado Eudes Xavier (CE) é acusado pelo PSB de ter feitos acusações levianas contra o governador do Ceará Cid Gomes (PSB). Para relatar o caso, foram sorteados os deputados José Carlos Araújo (PSD-BA), Missionário José Olímpio (PP-SP) e Marco Rogério (PDT-RO).  Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaurou nesta quarta-feira processo contra o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), por conta de seu envolvimento com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. ...]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conselho decide manter Demóstenes afastado do MP por mais 60 dias]]></title>
			<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 23:51:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/conselho-decide-manter-demostenes-afastado-do-mp-por-mais-60-dias,12c79537619ad310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/conselho-decide-manter-demostenes-afastado-do-mp-por-mais-60-dias,12c79537619ad310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A conselheira do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) Claudia Chagas decidiu nesta terça-feira prorrogar por mais 60 dias o afastamento do procurador de Justiça e ex-senador da República Demóstenes Torres (sem partido-GO) do cargo no Ministério Público de Goiás (MP-GO). O prazo final do afastamento do procurador, decidido em janeiro deste ano, terminaria no próximo domingo, e o membro voltaria às atividades no MP-GO na segunda-feira. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País A relatora do caso entendeu que, como as investigações no CNMP sobre o envolvimento de Demóstenes Torres ainda estão em curso, "a presença do requerido no MP-GO, exercendo as atribuições de procurador de Justiça, é inconveniente ao serviço e pode vir a colocar em dúvida a credibilidade da instituição perante a sociedade". A decisão de hoje terá de ser referendada pelo Plenário do CNMP na próxima sessão ordinária, que acontece no dia 23 de abril. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[A conselheira do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) Claudia Chagas decidiu nesta terça-feira prorrogar por mais 60 dias o afastamento do procurador de Justiça e ex-senador da República Demóstenes Torres (sem partido-GO) do cargo no Ministério Público de Goiás (MP-GO). O prazo final do afastamento do procurador, decidido em janeiro deste ano, terminaria no próximo domingo, e o membro voltaria às atividades no MP-GO na segunda-feira....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[PMs que faziam segurança de bingos de Cachoeira têm recurso negado]]></title>
			<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 21:20:28 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/pms-que-faziam-seguranca-de-bingos-de-cachoeira-tem-recurso-negado,9a811171188ad310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/pms-que-faziam-seguranca-de-bingos-de-cachoeira-tem-recurso-negado,9a811171188ad310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os policiais militares denunciados na Operação Monte Carlo vão continuar sem carteira funcional e direito a porte de armas, segundo decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) desta terça-feira. Seguindo o parecer da Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1), a 3ª Turma, por unanimidade, resolveu não conhecer o recurso interposto pelos policiais. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Os PMs foram afastados de suas funções e entregaram suas identidades funcionais por suspeita de integrar a organização criminosa chefiada pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Eles seriam responsáveis por dar cobertura às atividades ilícitas, fazendo a segurança das casas de bingo e atuando na repressão dos concorrentes. Os policiais foram denunciados e respondem a processo por várias condutas criminosas, dentre elas, corrupção e associação à quadrilha armada, praticadas no exercício da função pública. A defesa invocou o princípio da presunção de inocência para pleitear a restituição das identidades funcionais e o direito de portarem arma. Segundo os advogados, a restituição é necessária para a proteção dos acusados. Para a procuradora regional da República Luciana Marcelino Martins, o recurso em sentido estrito não seria o instrumento correto para pleitear a revisão da decisão de primeiro grau que negou o pedido de restituição, o que já justificaria a rejeição do recurso. Ainda assim, ela explicou que, "mantida a cautelar de afastamento da função pública, não se vislumbra a possibilidade de restituição das carteiras funcionais dos recorrentes, bem como do porte de arma, já que são inerentes ao exercício da atividade pública de policial militar, da qual estão afastados." Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[Os policiais militares denunciados na Operação Monte Carlo vão continuar sem carteira funcional e direito a porte de armas, segundo decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) desta terça-feira. Seguindo o parecer da Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1), a 3ª Turma, por unanimidade, resolveu não conhecer o recurso interposto pelos policiais....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Justiça decreta perda de R$ 100 mi em bens de quadrilha de Cachoeira]]></title>
			<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 19:33:32 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/justica-decreta-perda-de-r-100-mi-em-bens-de-quadrilha-de-cachoeira,66a6f67b36e8d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/justica-decreta-perda-de-r-100-mi-em-bens-de-quadrilha-de-cachoeira,66a6f67b36e8d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Após acolher parcialmente embargos de declaração apresentados pelo Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), a Justiça Federal esclareceu a sentença que condenou, em dezembro de 2012, o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a 39 anos, 8 meses e 10 dias de prisão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo. Em decisão proferida neste mês, a Justiça decretou a perda dos bens dos condenados e de "laranjas", além de fixar multa de R$ 156 mil, em favor da União, como valor mínimo dos danos acarretados pela conduta de alguns membros da quadrilha. O somatório dos bens perdidos pelos condenados chega a mais de R$ 100 milhões, segundo o MPF-GO. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Os bens estavam em nome dos condenados, de "laranjas" e de empresas. No nome de Carlinhos Cachoeira, constava apenas um terreno em um condomínio de luxo em Goiânia, com área total de 904 m², no valor de R$ 1,5 milhão. No nome de José Olímpio Queiroga, considerado o braço-direito de Cachoeira e responsável por gerenciar as casas de jogo, foi decretada a perda de cinco apartamentos - dois em Águas Claras (DF), no valor de R$ 800 mil, outros dois na mesma região, estimados em R$ 1,5 milhão, e um em Taguatinga (DF). Além disso, Olímpio também perderá duas fazendas (uma em Mimoso de Goiás e outra em Valparaíso de Goiás, no valor de R$ 450 mil), além de um prédio comercial no valor de R$ 8 milhões, no Riacho Mall Fundo I (DF) e um posto de lavagem e lubrificação, com 1.833 metros quadrados de área construída. As perdas no nome de Lenine Araújo são de dois carros e três terrenos (dois de 360 metros quadrados e um de 200 metros quadrados) em Valparaíso (GO), além de dois imóveis em Caldas Novas, estimados no valor de R$ 300 mil. Enquanto para Idalberto Matias a perda, em seu nome, consiste em dois carros e um apartamento em Brasília (Asa Norte) no valor de R$ 600 mil. Por último, Raimundo Queiroga, com uma fazenda de 10 mil metros quadrados em Luziânia, cujo valor é estimado em R$ 1 milhão. Em nome de “laranjas” e de empresas, está uma lista de bens que ultrapassa a casa dos R$ 100 milhões: apartamentos de luxo (no Rio de Janeiro, nos bairros nobres de Goiânia), fazendas e até uma aeronave (no valor de R$ 750 mil), além de carros importados. Os crimes cometidos pelos oito condenados na denúncia foram formação de quadrilha armada, corrupção ativa, peculato e violação de sigilo perpetrado por servidores públicos federais, estaduais e municipais. As maiores penas aplicadas foram contra Carlinhos Cachoeira (39 anos e 8 meses), Lenine Araújo (24 anos e 4 meses), José Olímpio Queiroga (23 anos e 4 meses) e Idalberto Araújo, o Dadá (19 anos e 3 meses).  O MPF apresentou uma segunda denúncia contra os membros da quadrilha, também resultado da Operação Monte Carlo, na qual eles responderão pelo crime de depósito e exploração comercial de caça-níqueis. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/29/a-656-copy.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Estúdio Maria Célia Siqueira/Divulgação" title="Foto: Estúdio Maria Célia Siqueira/Divulgação"> <br>Após acolher parcialmente embargos de declaração apresentados pelo Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), a Justiça Federal esclareceu a sentença que condenou, em dezembro de 2012, o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a 39 anos, 8 meses e 10 dias de prisão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo. Em decisão proferida neste mês, a Justiça decretou a perda dos bens dos condenados e de "laranjas", além de fixar multa de R$ 156 mil, em favor da União, como valor mínimo dos danos acarretados pela conduta de alguns membros da quadrilha. O somatório dos bens perdidos pelos condenados chega a mais de R$ 100 milhões, segundo o MPF-GO....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/29/a-656-copy.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cachoeira presta depoimento sobre jogos ilegais no DF]]></title>
			<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 01:34:58 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/cachoeira-presta-depoimento-sobre-jogos-ilegais-no-df,e8f7fba3f308d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/cachoeira-presta-depoimento-sobre-jogos-ilegais-no-df,e8f7fba3f308d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, prestou depoimento na tarde desta segunda-feira na Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco), de Brasília, no inquérito que apura o esquema de exploração de jogos ilegais no Distrito Federal e cidades do entorno. Ele se apresentou espontaneamente ao delegado de Taguatinga para dizer que não tem ligação com as ilegalidades. O contraventor deixou a delegacia depois de uma hora e meia de depoimento. As informações são do DFTV. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País "O inquérito tramita desde julho de 2012, e Carlos Augusto não é indiciado neste inquérito. Até dezembro de 2012, ele estava preso pela operação Monte Carlo. Então é absolutamente irracional que ele estivesse tratando de máquinas no Distrito Federal", disse o advogado Cleber Lopes. Em um ano, a polícia fechou 30 casas de jogos e apreendeu 300 máquinas caça-níqueis. Segundo as investigações, os locais seriam controlados por pessoas ligadas a Cachoeira. Em janeiro, a polícia fechou uma casa na áera rural de Planaltina de Goiás, onde foram encontradas 23 máquinas e mais de R$ 2 mil. No mês seguinte, 21 máquinas caça-níqueis foram apreendidas na região. Onze pessoas foram presas. Cachoeira esteve na delegacia dia 7 de março, mas o depoimento foi cancelado porque faltou luz em Taguatinga. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto.  No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[O bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, prestou depoimento na tarde desta segunda-feira na Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco), de Brasília, no inquérito que apura o esquema de exploração de jogos ilegais no Distrito Federal e cidades do entorno. Ele se apresentou espontaneamente ao delegado de Taguatinga para dizer que não tem ligação com as ilegalidades. O contraventor deixou a delegacia depois de uma hora e meia de depoimento. As informações são do DFTV....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[GO: desembargador é condenado por envolvimento com grupo de Cachoeira]]></title>
			<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 17:55:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/go-desembargador-e-condenado-por-envolvimento-com-grupo-de-cachoeira,14cdd679e2f6d310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/go-desembargador-e-condenado-por-envolvimento-com-grupo-de-cachoeira,14cdd679e2f6d310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18) condenou nesta quinta-feira o desembargador Júlio César Cardoso de Brito à aposentadoria compulsória. O desembargador foi julgado pelo seu envolvimento com o grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que, entre outras atividades, é acusado de comandar pontos de jogo do bicho.  O desembargador foi investigado pela quebra de deveres de magistrado, agravada pelos crimes de tráfico de influência, improbidade administrativa, advocacia administrativa, corrupção passiva e exploração de prestígio. Durante oito meses de investigação, o relator do processo, o desembargador Paulo Pimenta, analisou as conversas telefônicas interceptadas pela Polícia Federal (PF) entre o desembargador e integrantes do grupo de Cachoeira nos período de abril a agosto de 2011 e também mantidas em fevereiro de 2012. O relator fez uma descrição minuciosa de todas as provas colhidas durante o processo. Ele analisou 130 ligações telefônicas e 339 mensagens de celulares utilizados pelos envolvidos, além de outras provas.  Condenação A defesa do investigado alegou cerceamento de defesa e pediu que as gravações telefônicas não fossem tidas como provas no processo. Ele alegou que as gravações foram obtidas através da interceptação de linhas telefônicas de terceiros, sem qualquer autorização judicial em relação ao desembargador Júlio César. Após a leitura do voto do relator do processo, que durou mais de seis horas, a corte do TRT julgou procedentes as acusações feitas ao desembargador, e, por unanimidade, o condenou por seu envolvimento com o esquema do bicheiro. Júlio César foi condenado à aposentadoria compulsória, e receberá salário proporcional ao tempo de serviço. O processo será encaminhado agora para a Advocacia Geral da União (AGU), ao Ministério Público Federal (MPF), que podem tomar outras medidas contra o desembargador. Cópias também serão enviadas para a Corregedoria Nacional de Justiça, a Corregedoria Geral da Justiça do Trabalho e o Superior Tribunal de Justiça (STJ).]]></content>
			<description><![CDATA[O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18) condenou nesta quinta-feira o desembargador Júlio César Cardoso de Brito à aposentadoria compulsória. O desembargador foi julgado pelo seu envolvimento com o grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que, entre outras atividades, é acusado de comandar pontos de jogo do bicho. ...]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conselho do MP rejeita recursos e mantém processo contra Demóstenes]]></title>
			<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 22:59:26 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/conselho-do-mp-rejeita-recursos-e-mantem-processo-contra-demostenes,6af1c6647f56d310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/conselho-do-mp-rejeita-recursos-e-mantem-processo-contra-demostenes,6af1c6647f56d310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) rejeitou nesta quarta-feira todos os recursos apresentados pelo senador cassado Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM) contra a abertura de um processo disciplinar para investigar supostas irregularidades cometidas por ele na condição de procurador de Justiça de Goiás. Na mesma sessão, o CNMP escolheu a conselheira Claudia Chagas como relatora do procedimento administrativo disciplinar aberto contra Demóstenes. A abertura do procedimento foi decidida pelo plenário do CCNMP no dia 24 de outubro de 2012, para apurar o suposto envolvimento do procurador nos fatos investigados na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que ligava o ex-senador ao bicheiro Carlinhos Cachoeira. Na mesma sessão, os conselheiros determinaram a avocação, para o CNMP, do processo que tramitava na Corregedoria-Geral do MP-GO e o afastamento cautelar do procurador de Justiça por mais 60 dias prorrogáveis. Os ex-senador questionava a decisão tomada pelo CNMP em 30 de janeiro, quando o conselho julgou improcedentes os primeiros embargos apresentados por Demóstenes e prorrogou o seu afastamento do cargo de procurador por mais 60 dias. Segundo o voto do corregedor nacional do MP, Jeferson Coelho, demonstrado o caráter meramente protelatório dos embargos, observa-se que não há previsão regimental no CNMP para permitir sucessivos recursos às suas decisões, além de não ter sido demonstrado pelo ex-senador qualquer omissão ou obscuridade. "Nesse contexto, 'os embargos dos embargos' apenas contribuem para morosidade e ineficácia, sem trazer efetivos benefícios ao procedimento disciplinar", afirmou o corregedor em seu voto. Além de não admitir os embargos, o plenário do CNMP determinou o imediato envio dos autos à Secretaria Geral do Conselho, para distribuição à relatora. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto.  No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/07/11/2426858-0049-rec.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil" title="Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil"> <br>O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) rejeitou nesta quarta-feira todos os recursos apresentados pelo senador cassado Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM) contra a abertura de um processo disciplinar para investigar supostas irregularidades cometidas por ele na condição de procurador de Justiça de Goiás. Na mesma sessão, o CNMP escolheu a conselheira Claudia Chagas como relatora do procedimento administrativo disciplinar aberto contra Demóstenes....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/07/11/2426858-0049-rec.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cachoeira tenta retomar negócios sob perfil moderado, diz jornal]]></title>
			<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 11:28:31 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/cachoeira-tenta-retomar-negocios-sob-perfil-moderado-diz-jornal,4eedb252de35d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/cachoeira-tenta-retomar-negocios-sob-perfil-moderado-diz-jornal,4eedb252de35d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Figura central das denúncias sobre uma rede de tráfico de influência nos jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira tenta retomar os negócios ao mesmo tempo em que é aconselhado a assumir um perfil mais moderado. Quase um ano depois de ter sido condenado e após passar 266 dias preso, Cachoeira tem mantido reuniões em casa com amigos e empresários. As informações são do jornal Estado de S. Paulo. O empresário contraventor tem sido aconselhado por seus advogados a cultivar uma rotina moderada e discreta - sobretudo depois de ele ter sido visto em um resort de luxo. Após prometer divulgar segredos, Cachoeira adotou o silêncio e, segundo seu advogado, não deve optar pela delação premiada. Condenado a quase 40 anos de cadeia, ele aguarda em julgado o trânsito de sua sentença.]]></content>
			<description><![CDATA[Figura central das denúncias sobre uma rede de tráfico de influência nos jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira tenta retomar os negócios ao mesmo tempo em que é aconselhado a assumir um perfil mais moderado. Quase um ano depois de ter sido condenado e após passar 266 dias preso, Cachoeira tem mantido reuniões em casa com amigos e empresários. As informações são do jornal Estado de S. Paulo....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Falta de luz em delegacia adia depoimento de Cachoeira no DF]]></title>
			<pubDate>Thu, 7 Mar 2013 12:20:39 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/falta-de-luz-em-delegacia-adia-depoimento-de-cachoeira-no-df,c72a5af59c44d310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Uma queda de energia atingiu na quarta-feira a Divisão de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil em Taguatinga (DF), onde o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, prestaria depoimento. O interrogatório foi adiado e ainda será remarcado, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Cachoeira foi intimado a depor devido às investigações da Operação Saint-Michel, que apura uma suposta fraude no sistema de bilhetagem do transporte público do Distrito Federal. A Operação Saint-Michel já fez com que Cachoeira fosse condenado por formação de quadrilha e tráfico de influência. O empresário foi sentenciado a cinco anos de prisão em regime semiaberto - ele recorre da decisão em liberdade. As investigações envolvendo Cachoeira começaram em fevereiro de 2012.]]></content>
			<description><![CDATA[Uma queda de energia atingiu na quarta-feira a Divisão de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil em Taguatinga (DF), onde o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, prestaria depoimento. O interrogatório foi adiado e ainda será remarcado, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Cachoeira foi intimado a depor devido às investigações da Operação Saint-Michel, que apura uma suposta fraude no sistema de bilhetagem do transporte público do Distrito Federal....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Para Gurgel, investigação sobre tablets pedida por Collor é 'risível']]></title>
			<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 22:44:34 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/para-gurgel-investigacao-sobre-tablets-pedida-por-collor-e-risivel,382cc35e3ecfc310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/para-gurgel-investigacao-sobre-tablets-pedida-por-collor-e-risivel,382cc35e3ecfc310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, classificou de “risível” o pedido de investigações feito pelo senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) para que o Tribunal de Contas da União(TCU) investigue a compra de 1,2 mil iPads feita pelo Ministério Público Federal (MPF) no valor de R$ 3 milhões. “Isso chega a ser risível. Não a decisão do Senado, claro. O Senado está sempre legitimado a pedir a atuação do TCU, que afinal de contas é órgão auxiliar do Legislativo. Todas as portas do MPF estarão abertas ao TCU, como sempre estiveram e sempre estão, para que todas as verificações sejam feitas”, disse Gurgel, ao final da sessão desta quinta-feira do Supremo Tribunal Federal. Na tarde de hoje, Collor aproveitou que o plenário do Senado estava esvaziado para aprovar um requerimento pedindo a investigação. O senador classificou a licitação de “absolutamente irresponsável” e acusou a compra de ter sido dirigida. Segundo Gurgel, o pedido de investigação já se encontra prejudicado, porque Collor pede que seja apurada a compra de tablets, de forma genérica. A licitação feita pelo MPF, no entanto, foi específica para iPads. “O MPF não fez licitação para adquirir tablets e, na licitação de tablets, dirigiu para iPads. O que o MPF fez foi uma licitação para iPads, especificamente para a marca, sem qualquer direcionamento, como aliás já fizeram diversos órgãos do governo. Um dos precedentes mais recentes é do Ministério de Minas e Energia, em procedimento já aprovado pelo TCU”, esclareceu. Collor vem travando uma batalha pública contra o procurador-geral desde que a Polícia Federal deflagrou a Operação Vegas e culminou na cassação do ex-senador Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM-GO), e na prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Segundo o senador, Gurgel teria atuado com “inércia” por não ter investigado a fundo o esquema criminoso, uma vez que estaria com o processo desde 2009. O senador também tem servido de porta-voz de parlamentares do PT e do PMDB insatisfeitos com o julgamento do mensalão. Em discursos semanais, Collor critica o trabalho de Gurgel e já chegou a entrar com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra o procurador. Questionado sobre qual seria o motivo da guerra particular de Collor contra ele, Gurgel limitou-se a dizer que atribui a uma possível retaliação por seu trabalho. “Nos mais diversos órgãos de imprensa, o que se vê é que haveria toda uma série de manobras, de retaliação em razão da atuação do procurador-geral”, respondeu.]]></content>
			<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, classificou de “risível” o pedido de investigações feito pelo senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) para que o Tribunal de Contas da União(TCU) investigue a compra de 1,2 mil iPads feita pelo Ministério Público Federal (MPF) no valor de R$ 3 milhões. “Isso chega a ser risível. Não a decisão do Senado, claro. O Senado está sempre legitimado a pedir a atuação do TCU, que afinal de contas é órgão auxiliar do Legislativo. Todas as portas do MPF estarão abertas ao TCU, como sempre estiveram e sempre estão, para que todas as verificações sejam feitas”, disse Gurgel, ao final da sessão desta quinta-feira do Supremo Tribunal Federal....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MP prorroga afastamento de Demóstenes por mais dois meses]]></title>
			<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 21:50:49 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/mp-prorroga-afastamento-de-demostenes-por-mais-dois-meses,4fd04274d6d8c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/mp-prorroga-afastamento-de-demostenes-por-mais-dois-meses,4fd04274d6d8c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) renovou por mais 60 dias o afastamento do ex-senador Demóstenes Torres do cargo de procurador de Justiça do Ministério Público de Goiás. Com a decisão, Demóstenes continuará recebendo mensalmente o salário de R$ 25 mil como procurador até que o processo que pede sua demissão seja analisado pelo colegiado. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País A renovação do afastamento foi tomada porque as investigações sobre as relações entre Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira ainda não foram concluídas. De acordo com a Lei Orgânica do Ministério Público de Goiás, o prazo concedido não poderá mais ser renovado. Com isso, caso o CNMP não conclua o processo que pede a demissão de Demóstenes, o ex-senador poderá voltar ao cargo de procurador na segunda quinzena de março. A única possibilidade de Demóstenes ser afastado por mais tempo é o CNMP decidir que ele não dispõe da vitaliciedade do cargo de procurador, como entende o Ministério Público de Goiás. Não sendo vitalício, a Lei Orgânica prevê o afastamento enquanto durar o processo disciplinar. Demóstenes ingressou na carreira antes da Constituição de 1988 e e optou pelo regime anterior, no qual poderia concorrer a cargos públicos e advogar, mas não era vitalício. A definição sobre o assunto será tomada pelo CNMP e tem um efeito importante. Caso seja declarado não vitalício, Demóstenes poderá ser demitido sem direito a vencimentos. Se a pena aplicada for de demissão, o colegiado pedirá a abertura de uma ação civil na Justiça, que poderá determinar a demissão. Em outubro do ano passado, a Corregedoria-Geral do MP-GO determinou o afastamento de Demóstenes por 60 dias prorrogáveis por igual período. No entanto, diante da dificuldade do MP goiano em investigar o caso, o corregedor nacional do CNMP, Jeferson Coelho, decidiu assumir a investigação e o prazo de afastamento passou a contar a partir do dia 1º de novembro do ano passado. De acordo com o corregedor, Demóstenes Torres teria quebrado o decoro e a probidade do cargo ao se valer de suas relações e influência no Ministério Público de Goiás para interferir em processos em tramitação na instituição, além de defender interesses de Cachoeira e seu grupo. O ex-senador teria também passado informações ao bicheiro sobre as operações da Polícia Federal e do Ministério Público voltadas para a investigação de seus negócios, incluindo a exploração de máquinas de caça-níqueis e outras.   Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[O plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) renovou por mais 60 dias o afastamento do ex-senador Demóstenes Torres do cargo de procurador de Justiça do Ministério Público de Goiás. Com a decisão, Demóstenes continuará recebendo mensalmente o salário de R$ 25 mil como procurador até que o processo que pede sua demissão seja analisado pelo colegiado....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Rival diz que Renan trocou 'pizza' na CPI do Cachoeira por votos]]></title>
			<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 10:39:30 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/rival-diz-que-renan-trocou-pizza-na-cpi-do-cachoeira-por-votos,7158c61ccb08c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/rival-diz-que-renan-trocou-pizza-na-cpi-do-cachoeira-por-votos,7158c61ccb08c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), candidato à presidência do Senado, afirmou que o rival e favorito ao posto, Renan Calheiros (PMDB-AL), trabalhou para que a CPI do Cachoeira terminasse em "pizza" em troca de promessas de votos na eleição da próxima sexta-feira. A comissão de inquérito terminou em dezembro sem indiciar ninguém por envolvimento com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, condenado por corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. "A rejeição do relatório foi uma obra montada nos bastidores do Congresso na madrugada que antecedeu a votação com a operação direta do senador Renan Calheiros", afirmou Randolfe ao jornal Folha de S. Paulo. Segundo o senador amapaense, um dos políticos que seriam indicados pelo relator Odair Cunha (PT-MG) por envolvimento no esquema era o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Na semana passada, a Procuradoria Geral da República enviou ao Supremo Tribunal Federal uma denúncia contra Renan por suspeita de apresentação de notas frias para comprovar renda. "Não considero de bom tom para nossa democracia eleger alguém que está denunciado pela PGR", disse o senador do Psol. "Eu não queria estar na pele dos senadores que já fecharam com Renan (na disputa)", afirmou Randolfe. Renan Calheiros afirmou que não iria comentar o assunto, já que sua candidatura ainda não está confirmada pelo partido: "como líder (do PMDB), preciso unir a base. Se me colocar como candidato, vou acabar dividindo".  ]]></content>
			<description><![CDATA[O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), candidato à presidência do Senado, afirmou que o rival e favorito ao posto, Renan Calheiros (PMDB-AL), trabalhou para que a CPI do Cachoeira terminasse em "pizza" em troca de promessas de votos na eleição da próxima sexta-feira. A comissão de inquérito terminou em dezembro sem indiciar ninguém por envolvimento com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, condenado por corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. "A rejeição do relatório foi uma obra montada nos bastidores do Congresso na madrugada que antecedeu a votação com a operação direta do senador Renan Calheiros", afirmou Randolfe ao jornal Folha de S. Paulo....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Em evento com Cabral, Garotinho cobra investigação de elo com Delta]]></title>
			<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 15:41:22 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/em-evento-com-cabral-garotinho-cobra-investigacao-de-elo-com-delta,229a766c6294c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/em-evento-com-cabral-garotinho-cobra-investigacao-de-elo-com-delta,229a766c6294c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) roubou a cena na posse do novo procurador-geral do município do Rio de Janeiro, Marfan Vieira. Sentado na mesa principal ao lado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, Garotinho fez o governador Sérgio Cabral (PMDB) fazer cara de poucos amigos quando foi anunciado pelo cerimonial. Durante o evento, o ex-governador do Rio voltou a cobrar a investigação das relações entre Cabral e o empresário Fernando Cavendish, ex-presidente da construtora Delta, envolvida no esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Garotinho direcionou suas críticas ao Ministério Público, que no ano passado deixou de investigar as relações entre Cabral e Cavendish. "Todas as minhas críticas ao MP estão no meu blog. Creio que não só a investigação da Delta tem que ser levada em consideração, mas outras ligadas à área de saúde que são gravíssimas", disse Garotinho, que foi quem denunciou a relação íntima entre Cabral e Cavendish, no episódio que ficou conhecido como a "Gangue do Guardanapo". Em fotos divulgadas no blog de Garotinho, Cabral e Cavendish aparecem em momentos de descontração durante viagem a Paris. Em uma das imagens, Cavendish e membros do governo fluminense estão com guardanapos amarrados na cabeça. Garotinho disse que fez um relatório com mais de 3 mil páginas a respeito das supostas irregularidades no governo Cabral e o entregou à Polícia Federal. "Tem superfaturamento de UPA (unidade de pronto-atendimento), compra de remédios em paraíso fiscal, caso Toesa e muitos outros. Entreguei às autoridades competentes e agora é com eles" disse, sem querer opinar sobre se o MP do Rio deve voltar a investigar o governador, que saiu do evento sem falar com a imprensa. Apesar da rivalidade política, o ex-governador do Rio negou qualquer constrangimento em participar do evento ao lado de Cabral. "Fui convidado pelo novo procurador, como representante da Câmara Federal. Não tem constrangimento nenhum, pelo menos da minha parte", disse Garotinho, lembrando que Marfan foi procurador quando sua mulher, Rosinha Garotinho, era governadora. O ex-governador do Rio disse que não fala com o atual governador desde o 10º dia do governo Cabral. "Sou eu que não falo com ele. Um grande amigo dele, Eduardo Cunha, não fala comigo. Amigo dele e de Fernando Cavendish", disparou, dizendo que se sente à vontade em cerimônias como essas. "Mais de 90% do governo dele é do governo anterior. Antes não prestavam, e agora prestam? Todos os que estavam aqui vieram me cumprimentar", disse Garotinho, que deixou em aberto a possibilidade de reabrir o diálogo com o governador no futuro. "Como cristão, tenho que perdoar. Mas primeiro tenho que esquecer, e ainda não esqueci" disse, sorrindo. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.   Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) roubou a cena na posse do novo procurador-geral do município do Rio de Janeiro, Marfan Vieira. Sentado na mesa principal ao lado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, Garotinho fez o governador Sérgio Cabral (PMDB) fazer cara de poucos amigos quando foi anunciado pelo cerimonial. Durante o evento, o ex-governador do Rio voltou a cobrar a investigação das relações entre Cabral e o empresário Fernando Cavendish, ex-presidente da construtora Delta, envolvida no esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Contador de Cachoeira se entrega à PF após quase um ano foragido]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 13:34:58 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/contador-de-cachoeira-se-entrega-a-pf-apos-quase-um-ano-foragido,c2e66a2cd393c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/contador-de-cachoeira-se-entrega-a-pf-apos-quase-um-ano-foragido,c2e66a2cd393c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O contador Geovani Pereira da Silva, que trabalhava para o bicheiro Carlos Augusto Ramos - o Carlinhos Cachoeira - e foi condenado em dezembro por corrupção e formação de quadrilha, se entregou nesta segunda-feira à Polícia Federal de Anápolis (GO), a 60 km de Goiânia. O escritório do advogado de Geovani, Calisto Abdalla Neto, confirmou que o contador se apresentou à polícia nesta manhã, após passar quase um ano foragido. De acordo com o delegado regional da PF em Anápolis, Angelino Alves de Oliveira, o contador da quadrilha chefiada por Carlinhos Cachoeira assinou o mandato de prisão e passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). Em seguida, foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal, em Goiânia. Silva teve a prisão decretada em fevereiro do ano passado depois de deflagrada a Operação Monte Carlo, que revelou o esquema criminoso comandado por Carlinhos Cachoeira e a ligação do bicheiro com políticos e agentes públicos. Em dezembro, o contador Geovani Pereira da Silva foi condenado a 13 anos e 4 meses de prisão por corrupção e formação de quadrilha. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado. Com informações da Agência Brasil]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/14/01-go-contador-cachoeira-apresenta-pf-fut-diomiciogomes-opopular.jpeg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Diomício Gomes / O Popular/Futura Press" title="Foto: Diomício Gomes / O Popular/Futura Press"> <br>O contador Geovani Pereira da Silva, que trabalhava para o bicheiro Carlos Augusto Ramos - o Carlinhos Cachoeira - e foi condenado em dezembro por corrupção e formação de quadrilha, se entregou nesta segunda-feira à Polícia Federal de Anápolis (GO), a 60 km de Goiânia. O escritório do advogado de Geovani, Calisto Abdalla Neto, confirmou que o contador se apresentou à polícia nesta manhã, após passar quase um ano foragido....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/14/01-go-contador-cachoeira-apresenta-pf-fut-diomiciogomes-opopular.jpeg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[GO: Cachoeira vai à Justiça Federal comunicar viagem à praia]]></title>
			<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 23:04:17 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/go-cachoeira-vai-a-justica-federal-comunicar-viagem-a-praia,2daee14c0b62c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/go-cachoeira-vai-a-justica-federal-comunicar-viagem-a-praia,2daee14c0b62c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi ao prédio da Justiça Federal em Goiás nesta quinta-feira para falar sobre uma possível viagem à praia. Em liberdade por um habeas-corpus após quase nove meses de prisão, o contraventor tem permissão para transitar dentro do território nacional, desde que comunique o deslocamento à Justiça. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País A conversa sobre a possível viagem ocorre logo após um outro passeio de Cachoeira. No último fim de semana, o condenado a quase 40 anos de prisão por corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro passou a lua de mel com a esposa, Andressa Mendonça, em um luxuoso resort na Península de Maraú, no sul da Bahia. O resort Kiaroa, onde ficou o casal, fica próximo à praia de Taipús de Fora. As diárias do local passam dos R$ 3 mil em suíte simples e chegam a R$ 10 mil em bangalô luxo. Contatada, a defesa de Cachoeira afirmou que o contraventor descansa "por recomendações médicas". "Ele está se tratando do quadro depressivo agudo que o acometeu após a longa internação de nove meses (no ano passado no presídio da Papuda, em Brasília) longe do convívio familiar", disse o advogado Nabor bulhões, segundo quem a "comida péssima" em "local horroroso" agravou o estado de saúde de seu cliente. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado. Com informações da Futura Press.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/10/go-cachoeira-predio-justica-federal-fut.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Cristiano Borges / O Popular/Futura Press" title="Foto: Cristiano Borges / O Popular/Futura Press"> <br>O bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi ao prédio da Justiça Federal em Goiás nesta quinta-feira para falar sobre uma possível viagem à praia. Em liberdade por um habeas-corpus após quase nove meses de prisão, o contraventor tem permissão para transitar dentro do território nacional, desde que comunique o deslocamento à Justiça....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/10/go-cachoeira-predio-justica-federal-fut.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Inelegível até 2027, Demóstenes tenta reduzir prazo na Justiça]]></title>
			<pubDate>Wed, 9 Jan 2013 19:54:20 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/inelegivel-ate-2027-demostenes-tenta-reduzir-prazo-na-justica,d6b5dc7d1d02c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/inelegivel-ate-2027-demostenes-tenta-reduzir-prazo-na-justica,d6b5dc7d1d02c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) em Goiás deu parecer contrário a um recurso interposto pelo ex-senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) para reverter a decisão que manteve a sua inelegibilidade até 31 de janeiro de 2027. Segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história da Casa, Demóstenes perdeu o mandato em 11 de julho do ano passado, após ser acusado de participar do esquema do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O processo retornou ao Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás e deve ser julgado nas próximas sessões. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Os direitos políticos do ex-parlamentar foram suspensos por oito anos contados a partir do fim do mandato - o qual terminaria apenas em 2019. Pela punição, portanto, Demóstenes só poderá voltar a disputar eleições a partir de 2027, quando tiver 66 anos. O recurso interposto pelo ex-senador foi para que o prazo de oito anos de inelegibilidade corresse ainda dentro do prazo do mandato ao qual teria direito se não tivesse sido cassado. Inicialmente, a Procuradoria afirmou que a discussão é inoportuna, já que o exame das condições de inelegibilidade se dá apenas quando do registro de candidatura e, até 2023, não há dúvida alguma de que o ex-senador é inelegível. Além disso, a manifestação da PRE demonstrou que a Lei complementar 64/90 (Lei das Inelegibilidades) prevê que os prazos são sucessivos e reforçou o fato de que os oito anos de inelegibilidade somente são contados após o prazo restante do mandato a que o ex-senador deveria fazer jus. No parecer, o órgão afirmou que a "dupla contagem de um mesmo período para dois prazos distintos não merece acolhida, devendo haver contagem sucessiva, como em todas as demais hipóteses de inelegibilidade". Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) em Goiás deu parecer contrário a um recurso interposto pelo ex-senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) para reverter a decisão que manteve a sua inelegibilidade até 31 de janeiro de 2027. Segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história da Casa, Demóstenes perdeu o mandato em 11 de julho do ano passado, após ser acusado de participar do esquema do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O processo retornou ao Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás e deve ser julgado nas próximas sessões....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Delta não pode mais fechar contratos com o governo do RJ]]></title>
			<pubDate>Wed, 9 Jan 2013 00:09:48 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/delta-nao-pode-mais-fechar-contratos-com-o-governo-do-rj,2866155aa9c1c310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/delta-nao-pode-mais-fechar-contratos-com-o-governo-do-rj,2866155aa9c1c310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O governo do Estado do Rio de Janeiro declarou, nesta terça-feira, que a empreiteira Delta é inidônea, o que impede que a empresa feche contratos com a administração estadual. Há seis meses, o governo federal já havia anunciado que a Delta estava impedida de executar obras federais. As informações são do Jornal Nacional da TV Globo. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País De acordo com o governo do Estado, não foram encontradas irregularidades nos contratos da empresa. A empreiteira afirmou que vai se pronunciar após analisar o processo. Investigações da Polícia Federal revelaram, em 2011, ligações entre a empresa e o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[O governo do Estado do Rio de Janeiro declarou, nesta terça-feira, que a empreiteira Delta é inidônea, o que impede que a empresa feche contratos com a administração estadual. Há seis meses, o governo federal já havia anunciado que a Delta estava impedida de executar obras federais. As informações são do Jornal Nacional da TV Globo....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Juiz investigado por ligação com Cachoeira tem indenização negada]]></title>
			<pubDate>Tue, 8 Jan 2013 15:32:19 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/juiz-investigado-por-ligacao-com-cachoeira-tem-indenizacao-negada,da4171d23ca1c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/juiz-investigado-por-ligacao-com-cachoeira-tem-indenizacao-negada,da4171d23ca1c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reformou uma decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), que condenou o Estado de Goiás e o procurador estadual Saulo de Castro Bezerra a pagar indenização por danos morais a um magistrado local.  CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Em dezembro de 2005, o promotor Saulo de Castro Bezerra deu uma entrevista divulgando as investigações contra o juiz. De acordo com ele, o juiz era suspeito de ter vendido a Cachoeira uma sentença em uma ação relacionado a jogos de azar   De acordo com a decisão, o procurador apenas se limitou a apontar os fatos investigados, e a “pessoa pública” tem o dever de prestação de contas à sociedade. “A mera concessão de entrevista por membro do Ministério Público relatando a existência de acusações contra magistrado supostamente envolvido em esquema de venda de sentenças e informando a população acerca das providências a serem tomadas não configura ato ilícito capaz de ensejar indenização por danos morais”, afirmou o relator, ministro Castro Meira.    O magistrado ingressou na Justiça com pedido de indenização por danos morais e materiais. Em primeira instância, o procurador e o Estado de Goiás foram condenados a pagar R$ 300 mil de indenização por ofensa a honra do magistrado, valor que foi reduzido para R$ 180 mil em segunda instância, ao fundamento de que a entrevista teria extrapolado o mero caráter informativo dos fatos à população.   O procurador, em uma de suas declarações, apontou a existência de uma fita que anunciava a venda de sentenças. E disse ser importante averiguar se o padrão de vida dos investigados era compatível com a renda recebida. “Nós queremos saber se o padrão de vida dessas pessoas é compatível com a remuneração que eles têm dos cargos públicos”, declarou.    Prestação de contas O ministro destacou que, ao mesmo passo que o servidor público deve cercar-se de prerrogativas para o fiel exercício da função, sobre ele também recai o ônus de prestar contas à sociedade. Para ele, o procurador atuou no cumprimento do dever legal do Ministério Público, limitando-se a responder as perguntas acerca do noticiado escândalo que envolvia membro do Poder Judiciário.    Na entrevista concedida, segundo o ministro Castro Meira, o procurador teve o cuidado de colocar o magistrado na condição de suspeito, não sendo apontada categoricamente a autoria dos fatos investigados, o que reforçaria o descabimento de qualquer indenização.    “Não se pode culpar o Ministério Público do Estado de Goiás pela repercussão natural que a gravidade do fato encontrou nos meios de comunicação”, disse o ministro. A condição de magistrado não poderia impor uma vedação à notícia do fato ou ao direito à sua divulgação.  O julgamento foi realizado no dia 11 de dezembro, mas a decisão só foi divulgada pelo STJ nesta terça-feira.   Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.  ]]></content>
			<description><![CDATA[A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reformou uma decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), que condenou o Estado de Goiás e o procurador estadual Saulo de Castro Bezerra a pagar indenização por danos morais a um magistrado local. ...]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Defesa de Cachoeira diz que praia é 'orientação médica']]></title>
			<pubDate>Tue, 8 Jan 2013 11:20:06 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/defesa-de-cachoeira-diz-que-praia-e-orientacao-medica,a0700facad91c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Condenado a quase 40 anos de prisão por corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, entre outros crimes, o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, está descansando numa praia paradisíaca do litoral baiano "por recomendações médicas", segundo afirmou nesta segunda-feira o seu advogado, Nabor Bulhões. Cachoeira, que recorreu da condenação, tem permissão para transitar dentro do território nacional, bastando para isso que comunique o deslocamento à Justiça, o que ele fez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País "Ele está se tratando do quadro depressivo agudo que o acometeu após a longa internação de nove meses (no ano passado no presídio da Papuda, em Brasília) longe do convívio familiar", disse Nabor, segundo quem a "comida péssima" em "local horroroso" agravou o estado de saúde de seu cliente. "Não à toa, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que preferia morrer a ficar num presídio medieval do Brasil", completou, referindo-se a uma recente declaração de Cardozo. Nabor relatou que dias depois de ser solto, em dezembro, Cachoeira teve uma crise aguda de saúde, precisando ser internado. Em liberdade, Cachoeira se casou no fim de ano com Andressa Mendonça e viajou em lua de mel para um resort de luxo na praia de Maraú, no litoral baiano. Segundo o advogado, Cachoeira não violou nenhuma norma legal. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/07/02-ba-cachoeira-resort-fut-rodrigonunes.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Rodrigo Nunes/Futura Press" title="Foto: Rodrigo Nunes/Futura Press"> <br>Condenado a quase 40 anos de prisão por corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, entre outros crimes, o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, está descansando numa praia paradisíaca do litoral baiano "por recomendações médicas", segundo afirmou nesta segunda-feira o seu advogado, Nabor Bulhões. Cachoeira, que recorreu da condenação, tem permissão para transitar dentro do território nacional, bastando para isso que comunique o deslocamento à Justiça, o que ele fez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/07/02-ba-cachoeira-resort-fut-rodrigonunes.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Fotos de Cachoeira em resort de luxo revoltam internautas]]></title>
			<pubDate>Mon, 7 Jan 2013 18:43:24 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/fotos-de-cachoeira-em-resort-de-luxo-revoltam-internautas,5a6935f8d461c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/fotos-de-cachoeira-em-resort-de-luxo-revoltam-internautas,5a6935f8d461c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi flagrado neste fim de semana passando a lua de mel com a esposa, Andressa Mendonça, em um luxuoso resort na Península de Maraú, no sul da Bahia. O bicheiro, que foi condenado a quase 40 anos de prisão, está solto devido um habeas-corpus. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País O resort Kiaroa, onde ficou o casal, fica próximo à praia de Taipús de Fora. As diárias do local passam dos R$ 3 mil em suíte simples e chegam a R$ 10 mil em bangalô luxo. As imagens do bicheiro no luxuoso estabelecimento geraram revolta entre os internautas. A internauta Silvana_P (@Silvana_P1) ironizou: "Alguém sabe me dizer em qual escola de samba o Cachoeira vai desfilar esse ano?" Em uma notícia que destacava a bermuda florida do contraventor, o usuário do Twitter Mario Maza (@mariomaza1) afirmou que "era para estar em outro lugar e de roupa listrada". Marcelo Vicente (@marcelokv) foi cínico: "Carlos Cachoeira vai dormir toda noite com a consciência pesada. Só que não". Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado. Veja o que está sendo comentado sobre o caso no Twitter:  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/07/repre-ba-cachoeira-resort-fut-rodrigonunes.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Rodrigo Nunes/Futura Press" title="Foto: Rodrigo Nunes/Futura Press"> <br>Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi flagrado neste fim de semana passando a lua de mel com a esposa, Andressa Mendonça, em um luxuoso resort na Península de Maraú, no sul da Bahia. O bicheiro, que foi condenado a quase 40 anos de prisão, está solto devido um habeas-corpus....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/07/repre-ba-cachoeira-resort-fut-rodrigonunes.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA['Ele está mais próximo de Deus', diz pastor que casou Cachoeira]]></title>
			<pubDate>Thu, 3 Jan 2013 23:30:38 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/ele-esta-mais-proximo-de-deus-diz-pastor-que-casou-cachoeira,2f588869cb20c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/ele-esta-mais-proximo-de-deus-diz-pastor-que-casou-cachoeira,2f588869cb20c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O pastor evangélico Victor Hugo Queiroz, 52 anos, da Igreja Nova Vida, de Anápolis (GO), foi convidado pelo casal Carlos Augusto Ramos e Andressa para dar uma benção a eles no dia do casamento, no dia 28 de dezembro.  Porém, Victor Hugo, pastor há 25 anos - e que é amigo pessoal de Cachoeira há pelo menos 30 -,  já tem comparecido à residência do contraventor há algum tempo, "pelo menos uma vez por semana", para orar com ele e Andressa. Segundo o pastor, o contraventor está "mais próximo de Deus". CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País "Não se pode julgar, não podemos julgar ninguém. Precisamos lembrar que Jesus disse que os sãos não precisam de médicos", disse o pastor, por telefone, ao Terra. O pastor, que já foi vice-prefeito de Anápolis pelo PMDB,  fundou a Igreja Nova Vida de Anápolis há 18 anos, e diz que vai à casa de Cachoeira sozinho ou em grupo para orar. "A Andressa começou a frequentar nossa igreja há uns três meses, mas, por causa de tudo que aconteceu, prefere que eu vá à casa", disse Victor Hugo. O casal participou do culto de Ano-Novo da Igreja, em Anápolis, no último dia 31 de dezembro. Para o pastor, os problemas com a Justiça enfrentados por Cachoeira o fizeram se voltar para o lado espiritual. "Ele tem buscado isso. Sem dúvida ele está mais próximo de Deus. Na verdade, esta aproximação com a nossa fé foi feita quando ele estava preso em Brasília (no presídio da Papuda), por companheiros evangélicos que estão lá. Eles liam a Bíblia com ele", contou o pastor. Mas, segundo o pastor Victor Hugo, ainda é cedo para falar que Cachoeira está convertido. "Diria que ele está em processo de conversão. Nós não estamos tentando convertê-lo. Isso deverá ser uma decisão dele, de foro íntimo", declarou Victor Hugo. De acordo com o pastor, o fato de Andressa ser evangélica tem influenciado o despertar espiritual do marido. "Ela foi responsável por isso, sem dúvida", acredita. Segundo o pastor, Cachoeira e Andressa viajaram hoje para uma cidade do interior de São Paulo. Na casa do contraventor, a informação é de que o casal está mesmo fora, ainda em lua de mel. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/29/casamentocachoeiramirelle01.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Mirelle Irene/Especial para Terra" title="Foto: Mirelle Irene/Especial para Terra"> <br>O pastor evangélico Victor Hugo Queiroz, 52 anos, da Igreja Nova Vida, de Anápolis (GO), foi convidado pelo casal Carlos Augusto Ramos e Andressa para dar uma benção a eles no dia do casamento, no dia 28 de dezembro.  Porém, Victor Hugo, pastor há 25 anos - e que é amigo pessoal de Cachoeira há pelo menos 30 -,  já tem comparecido à residência do contraventor há algum tempo, "pelo menos uma vez por semana", para orar com ele e Andressa. Segundo o pastor, o contraventor está "mais próximo de Deus"....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/29/casamentocachoeiramirelle01.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após casamento, Cachoeira beija os pés de Andressa]]></title>
			<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 18:19:49 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/apos-casamento-cachoeira-beija-os-pes-de-andressa,d1dc6263bb2eb310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/apos-casamento-cachoeira-beija-os-pes-de-andressa,d1dc6263bb2eb310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Após prometer se casar "este mês ainda" com a companheira Andressa Mendonça ao sair da prisão, o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, cumpriu, enfim, a promessa na noite desta sexta-feira. Após as cerimônias civil e religiosa, o casal apareceu na entrada do condomínio Alphaville, em Goiânia (GO), onde ocorreu o casamento, para falar com a imprensa. Diante dos fotógrafos, Cachoeira repetiu o gesto feito durante a cerimônia íntima e beijou os pés da noiva. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País "É uma felicidade eu estar aqui com a Andressa. É uma paixão. Eu descobri a força que essa mulher tem. E estou cumprindo tudo, né?", disse Cachoeira, se referindo à promessa feita de se casar com a noiva ainda este ano. "Meu coração pulou fora. Esse foi o pior ano da minha vida, mas também o melhor por ter casado com ela". O casal disse que a lua de mel durará cinco dias em uma chácara perto de Goiânia. O cartorário Antônio do Prado confirmou, pouco antes das 21h, a realização da cerimônia civil. Segundo Prado, o ato durou cerca de 15 minutos e poucas pessoas estavam presentes, o que confirmaria a previsão de uma cerimônia íntima, restrita a familiares e amigos. A bênção religiosa ocorreu logo depois e foi conduzida pelo pastor Vitor Hugo Queiroz, da Igreja Vida Nova de Anápolis, frequentada pela noiva. Cachoeira disse que a fé lhe dá força para enfrentar o que o futuro lhe reserva. “Tenho confiança em Deus sempre”, disse. Segundo pessoas próximas ao casal, Cachoeira e Andressa não fizeram questão de divulgar o evento porque queriam restringi-lo a seu círculo mais íntimo, esperando em torno de 50 convidados. Ainda de acordo com as mesmas fontes, nenhum político foi convidado. De acordo com a organização do evento, foi o próprio Cachoeira que insistiu para que o casamento fosse realizado em dezembro, já que a noiva queria deixar a festa para março. A organização do evento afirma também que o vestido foi criado pela estilista paulista Lethicia Bronstein. A personal stylist Adriana Forte cuidou da produção de Andressa, e também da coordenação da festa ao lado da promoter Fernanda Roriz.  A primeira vez que Cachoeira falou publicamente a respeito do casamento foi em julho deste ano, durante depoimento à Justiça Federal em Goiânia. Na ocasião, o contraventor fez declarações de amor a Andressa e disse que se casaria com a companheira "no primeiro dia em liberdade". Cachoeira ainda brincou sobre seu estado civil. "(Se sou casado) É uma pergunta difícil. É só o Ministério Público me liberar (que eu caso) no primeiro dia", disse. Solto no dia 21 de novembro, Cachoeira foi internado poucos dias depois no Instituto Neurológico de Goiânia, com sintomas de depressão e estresse. Ao receber alta, no dia 30, refez a promessa: "o casamento sai este mês ainda", disse. Uma semana depois, Cachoeira foi novamente preso, adiando o casamento, inicialmente previsto para acontecer no dia 22 de dezembro. "Estou muito triste, mas ainda acredito que Deus nos trará uma solução", disse Andressa na ocasião. No dia 11, o bicheiro foi novamente solto, beneficiado por um habeas-corpus concedido pelo juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/29/cachoeiracasamentobeijapesandressamirelle.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Mirelle Irene/Especial para Terra" title="Foto: Mirelle Irene/Especial para Terra"> <br>Após prometer se casar "este mês ainda" com a companheira Andressa Mendonça ao sair da prisão, o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, cumpriu, enfim, a promessa na noite desta sexta-feira. Após as cerimônias civil e religiosa, o casal apareceu na entrada do condomínio Alphaville, em Goiânia (GO), onde ocorreu o casamento, para falar com a imprensa. Diante dos fotógrafos, Cachoeira repetiu o gesto feito durante a cerimônia íntima e beijou os pés da noiva....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/29/cachoeiracasamentobeijapesandressamirelle.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Relator da CPI do Cachoeira se diz abandonado pelo PT]]></title>
			<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 11:45:50 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/relator-da-cpi-do-cachoeira-se-diz-abandonado-pelo-pt,03fd77f8e18bb310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/relator-da-cpi-do-cachoeira-se-diz-abandonado-pelo-pt,03fd77f8e18bb310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira, o deputado petista Odair Cunha (MG) confidenciou a interlocutores que foi abandonado por seu partido na sessão que enterrou a comissão. Ele reclama da falta de apoio do PT no Senado e dos ministros petistas. Seis senadores do PT, entre titulares e suplentes, não compareceram à votação. A bancada do PT no Senado tinha direito a dois votos na CPI. Os dois titulares -José Pimentel (CE) e Jorge Viana (AC)- faltaram. Só um dos cinco suplentes apareceu para votar em favor de Odair. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País Além disso, os suplentes das ministras Marta Suplicy (Cultura) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil), ambos de outros partidos, votaram contra o relatório de Cunha, derrubado por dois votos de diferença. Segundo a publicação, Cunha fez chegar às ministras um apelo para que intercedessem junto aos suplentes em favor do seu texto, mas não foi atendido. "Ninguém me procurou", disse o senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), suplente de Marta. Marta diz que não recebeu "nenhum pedido para falar com ele". "Nunca houve orientação do governo. O Odair falou comigo. Sou da base, mas votei com minha convicção", disse o suplente de Glesi, o senador Sérgio Souza (PMDB-PR). Consultada, a presidente Dilma Rousseff disse que ninguém perguntou se ela concordava com a criação da CPI e que, portanto, não iria se envolver. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa ainda pode recorrer da decisão.]]></content>
			<description><![CDATA[Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira, o deputado petista Odair Cunha (MG) confidenciou a interlocutores que foi abandonado por seu partido na sessão que enterrou a comissão. Ele reclama da falta de apoio do PT no Senado e dos ministros petistas. Seis senadores do PT, entre titulares e suplentes, não compareceram à votação. A bancada do PT no Senado tinha direito a dois votos na CPI. Os dois titulares -José Pimentel (CE) e Jorge Viana (AC)- faltaram. Só um dos cinco suplentes apareceu para votar em favor de Odair. As informações são do jornal Folha de S. Paulo....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mesa da Câmara pede abertura de processo de cassação de Leréia]]></title>
			<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 00:29:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/mesa-da-camara-pede-abertura-de-processo-de-cassacao-de-lereia,a1cd448f242bb310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/mesa-da-camara-pede-abertura-de-processo-de-cassacao-de-lereia,a1cd448f242bb310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O pedido de abertura de processo disciplinar contra o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) será encaminhado ao Conselho de Ética pela Mesa Diretora da Câmara. A decisão foi aprovada nesta quarta-feira, por unanimidade, pelos integrantes da Mesa Diretora, que acolheram na íntegra o parecer apresentado pela Comissão de Sindicância da Corregedoria da Câmara. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País De acordo com o vice-presidente da Câmara, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), que é também o corregedor, a Mesa Diretora também acatou os pareceres da sindicância favoráveis ao arquivamento das representações contra os deputados Rubens Otoni (PT-GO), Sandes Júnior (PP-GO) e Stepan Nercessian (PPS-RJ). O relator da representação contra Leréia, Jerônimo Goergen (PP-RS), propôs a abertura de processo disciplinar contra o deputado goiano por entender que ele quebrou o decoro parlamentar nas suas relações com o contraventor Carlos Augusto Ramos, Carlinhos Cachoeira. "A relação comercial com ganhos não é compatível com o mandato parlamentar", disse. De acordo com Goergen, Carlos Alberto Leréia teria falado com Carlinhos Cachoeira sobre uma investigação policial em curso, além de ser sócio do contraventor em uma aeronave e usar cartão de crédito e telefones em nome de Cachoeira. Em seu parecer, o relator recomenda ao Conselho de Ética a cassação do mandato de Leréia. Como está encerrando o período legislativo, a abertura do processo de cassação do deputado Carlos Alberto Leréia no Conselho de Ética só deverá ocorrer a partir de fevereiro do próximo ano. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.   Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.   Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.   Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.   Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto.   No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça.   No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa ainda pode recorrer da decisão.  ]]></content>
			<description><![CDATA[O pedido de abertura de processo disciplinar contra o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) será encaminhado ao Conselho de Ética pela Mesa Diretora da Câmara. A decisão foi aprovada nesta quarta-feira, por unanimidade, pelos integrantes da Mesa Diretora, que acolheram na íntegra o parecer apresentado pela Comissão de Sindicância da Corregedoria da Câmara....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[GO: em nota, Perillo diz que 'perdoa' quem o tentou 'macular' na CPI]]></title>
			<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 00:18:03 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/go-em-nota-perillo-diz-que-perdoa-quem-o-tentou-macular-na-cpi,75b9d086580bb310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/go-em-nota-perillo-diz-que-perdoa-quem-o-tentou-macular-na-cpi,75b9d086580bb310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O gabinete de imprensa do governo do Estado de Goiás divulgou no início da noite desta terça-feira uma nota oficial do governador Marconi Perillo (PSDB) sobre o desfecho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira no Congresso, que teve o relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG) rejeitado por 18 a 16 votos. O relatório indiciava, dentre outras pessoas, o governador e membros de seu governo, por supostos vínculos com o esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País "Recebo com tranquilidade o resultado da CPMI", diz Perillo na nota. "E, mesmo com o sofrimento imenso a que fui submetido com esta ação torpe e mesquinha, vejo este assunto como página virada e perdoo os que maldosamente tentaram macular minha biografia de cidadão e homem público", afirma. Perillo ainda sublinhou que teve sua vida pessoal e seus três mandatos de governador investigados ao longo de todo o processo. "Não conseguiram apontar um único fato que pudesse incriminar a mim ou a meu governo. Hoje, cumprimento os deputados e senadores que votaram pela rejeição deste relatório maldoso, direcionado, inconsistente e elaborado como instrumento de vingança de uma ala do PT", acusa o governador no texto. O político diz também que durante as investigações sobre o caso Cachoeira se colocou à disposição do Ministério Público Federal, da CPI e da imprensa. Ele afirmou ter aberto seus sigilos e contratos firmados pelo seu governo com a Delta, "ao contrário do que fizeram outros órgãos das administrações federal, estaduais e municipais". Por último, Perillo ainda diz que ao longo do ano ficou focado na administração, mesmo com o que chamou de "tentativas" de determinados segmentos partidários, principalmente em Goiás, de inviabilizar sua administração. "Tive a consciência tranquila e a humildade de esperar o dia em que a verdade prevaleceria, e felizmente este dia chegou. Agradeço a Deus e a todos aqueles que confiaram em minha inocência e na lisura das ações do governo que lidero", afirma. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado. Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto. No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça. No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.]]></content>
			<description><![CDATA[O gabinete de imprensa do governo do Estado de Goiás divulgou no início da noite desta terça-feira uma nota oficial do governador Marconi Perillo (PSDB) sobre o desfecho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira no Congresso, que teve o relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG) rejeitado por 18 a 16 votos. O relatório indiciava, dentre outras pessoas, o governador e membros de seu governo, por supostos vínculos com o esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira....]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Uma pizza geral, diz relator sobre conclusão da CPI do Cachoeira]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 19:41:05 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/uma-pizza-geral-diz-relator-sobre-conclusao-da-cpi-do-cachoeira,60c3f4ff6c7ab310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/uma-pizza-geral-diz-relator-sobre-conclusao-da-cpi-do-cachoeira,60c3f4ff6c7ab310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma grande pizza. Foi assim que vários parlamentares definiram nesta terça-feira o fim da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista que investigou as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários. "As conclusões são um nada, um vazio, uma pizza geral, lamentável. Apesar de todo o esforço, nós fomos derrotados pela blindagem em favor de Marconi Perillo (governador de Goiás) e da empresa Delta", disse o relator da comissão, deputado Odair Cunha (PT-MG). CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País O relatório de Cunha foi rejeitado por 18 votos a 16 e fez com que a CPI encerasse os trabalhos sem um documento final. Além de votos contrários do PSDB e de partidos menores, o documento foi recusado por alguns parlamentes do PMDB, partido da base do governo. O documento derrotado envolvia 41 pessoas. Todas suspeitas de ligação direta com o esquema ilegal de Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar quadrilha de exploração de jogos ilegais, em parceria com servidores públicos. O diretor da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, e o governador Marconi Perillo estavam na lista. "O que vocês assistiram aqui é pior do que pizza. Os governadores Sérgio Cabral (RJ) e Marconi Perillo (GO), além da empreiteira Delta, se uniram para derrotar o relatório e impedir que a investigação seguisse em frente. O dia de hoje ficará como o dia da infâmia. Um dia em que o Congresso Nacional brasileiro protagonizou uma das maiores vergonhas da sua história", disse o senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP). O líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno, também criticou o resultado final da CPI. "O parlamento não cumpre com seu papel de investigar, apurar e encaminhar a quem deve tomar providências. De mais de cinco mil páginas, nós tivemos uma página e meia no voto separado do deputado Luiz Pittman (PMDB-DF), o que é lamentável sob todos os aspectos. Como estamos em véspera de Natal, é uma presepada o que foi aprovado hoje pela Comissão Parlamentar de Inquérito", criticou Rubens Bueno. "A única vitória daqueles que querem a investigação de um esquema de corrupção, que perpassa o governo federal e vários governos estaduais, foi compartilhamento (de informações) com o Ministério Público Federal", avaliou do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Ele acredita que, apesar do resultado final da comissão, o compartilhamento dos sigilos recebidos pela CPI fará com que as investigações sigam em frente. O ponto citado pelo deputado foi o único de consenso hoje na CPI. Os parlamentares aprovaram requerimento do deputado Odair Cunha para que os sigilos levantados pela CPI - fiscais, bancários e telefônicos, sejam levados à Procuradoria-Geral da República e ao Ministério Público Federal de Goiás. O compartilhamento está previsto também no voto separado do deputado Luiz Pittman. Com uma página e meia, o documento aprovado na comissão inclui a Polícia Federal, e é considerado o resultado final da CPI. "As investigações continuarão e serão aprofundadas. E, aí sim, em ambiente sem as influências, que nós aqui tivemos, e isentas por completo, as investigações poderão aprofundar e trazer aos brasileiros os verdadeiros fatos, da mesma forma que Supremo Tribunal Federal trouxe os últimos fatos do mensalão", afirmou Pittman. Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.   Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.   Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.   Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.   Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto.   No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça.   No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa ainda pode recorrer da decisão.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/18/odaircunharelatoriocpicachoeiraabr.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil" title="Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil"> <br>Uma grande pizza. Foi assim que vários parlamentares definiram nesta terça-feira o fim da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista que investigou as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários. "As conclusões são um nada, um vazio, uma pizza geral, lamentável. Apesar de todo o esforço, nós fomos derrotados pela blindagem em favor de Marconi Perillo (governador de Goiás) e da empresa Delta", disse o relator da comissão, deputado Odair Cunha (PT-MG)....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/18/odaircunharelatoriocpicachoeiraabr.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
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			<title><![CDATA[CPI do Cachoeira rejeita relatório de Odair Cunha]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 14:31:22 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/cpi-cachoeira/cpi-do-cachoeira-rejeita-relatorio-de-odair-cunha,c3ff326c86eab310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira rejeitou o relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG) por 18 votos a 16. Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que defendeu a rejeição, a CPI termina onde deveria começar. Ele reclama do fato de a comissão não ter investigado a movimentação financeira de diversas empresas suspeitas. "A blindagem se estabeleceu, para proteger o governo federal", afirmou. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País   Já o senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) era a favor da aprovação. Para ele, seria melhor aprovar um texto que não considerava o ideal do que encerrar os trabalhos da comissão sem aprovar um documento final. O prazo final da comissão é o próximo sábado.   Agora, a CPI vai analisar os votos em separado apresentados pelo senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), pelos deputados Onyx Lorenzoni (DEM-RS), Rubens Bueno (PPS-PR) e Luiz Pitiman (PMDB-DF) e pelo PSDB.   Em linhas gerais, esses votos pedem aumento de prazo para o funcionamento da CPI e uma investigação mais completa sobre o envolvimento do empresário Fernando Cavendish e da empreiteira dele, a Delta Construções, no suposto esquema comandado pelo contraventor Carlinhos Cachoeira. Esse esquema envolveria desvio de dinheiro público, fraude em licitações e financiamento de campanhas políticas.   Além disso, o deputado Luiz Pitiman (PMDB-DF) apresentou um relatório alternativo. O texto, que tem apenas uma página e meia, não cita nenhum nome de investigado, critica o trabalho da comissão e diz que a investigação deve ser feita pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal.   Carlinhos Cachoeira Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.   Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.   Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.   Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.   Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto.   No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça.   No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa ainda pode recorrer da decisão.   Com informações da Agência Câmara  ]]></content>
			<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira rejeitou o relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG) por 18 votos a 16. Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que defendeu a rejeição, a CPI termina onde deveria começar. Ele reclama do fato de a comissão não ter investigado a movimentação financeira de diversas empresas suspeitas. "A blindagem se estabeleceu, para proteger o governo federal", afirmou. CPIs: as investigações que fizeram história  Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil Conheça o império do jogo do bicho no País...]]></description>
			<category><![CDATA[CPI Cachoeira]]></category>
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